[Eu posso não ser muito, mas tento ser tão grande.
Aos meus olhos, aos olhos que me consomem, eu enxergo devaneios...
E nem sempre são mentiras.
Quem me dera pudesse tocar no clarão do vento,
Ser em alma gente, ser em voz canto.
Deixar meu frio ser coragem e meu choro ser ausente.
Assim como meus fantasmas, não quero ser só cinza,
Meus fantasmas também são coloridos,
Mas não são pequenos e nem grandes,
Apenas são e são...e são...]
