sábado, 15 de janeiro de 2011

Tempo Em Tempo

[No tempo de um tempo
O tempo parou.
O tempo não estava acostumado em sentir,
Só em passar e passar.
Cada tempo que deslizava
Era menos vida ao tempo.
Mas, naquela hora de tempo,
Cansado em nascer e morrer,
O tempo se viu envolvido,
Desperto pelo querer,
Sem vislumbre de fim...
Alcançando o infinito.]

sábado, 8 de janeiro de 2011

Travessia

[Sol de janela,
Clareia minha Bela em mente,
Faz certeiro seu amor.
Deságua mais que calor em mim,
Quero ser nascente do sentir,
Desbravador sem dor.]

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Doçura Doce

[E, depois do beijo,
Fez-se o primeiro ato.
Em luzes desnudas,
Sabores de maças
E escritas de outras épocas.
Longe, onde o abismo pudesse recolher,
Os ecos do silêncio foram eternos.
Sem tempo, sem destino,
Com todo o nada que nos abrigava em moral,
Com tudo o que surgíamos em paixão.]