[Cheiro teu que me abraça,
Em noite nua que te ganho.
Gosto teu que me adoça,
Em cama tua que me deito.
Corpo teu que me toma,
Seja dono de meu eu,
Dono do que já não me é.]
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Amor Em Tempo
[Tempo, tempo voa...
Traz de volta o que fugiu,
Encanta em mim o que a feriu.
Tempo, tempo desfaz...
Desmente minhas insanidades,
Crie fontes de sorrisos às suas saudades.
Tempo, tempo traduz...
Dê vida ao meu amor,
Luz aos meus gestos.
Tempo, tempo, tempo...
O que mais desejo é tomado por ti,
Do que menos tenho faço fim.]
Traz de volta o que fugiu,
Encanta em mim o que a feriu.
Tempo, tempo desfaz...
Desmente minhas insanidades,
Crie fontes de sorrisos às suas saudades.
Tempo, tempo traduz...
Dê vida ao meu amor,
Luz aos meus gestos.
Tempo, tempo, tempo...
O que mais desejo é tomado por ti,
Do que menos tenho faço fim.]
terça-feira, 17 de maio de 2011
Por Minhas Mãos
[Linha intensa
Ao punho se dobra,
Se corta.
Não quer ser domada
Nem presa.
Foge pelas sensações valentes,
Ganha forma em letra,
Suspiro em prosa...
Alma em romance,
Paixão em fantasia.]
Ao punho se dobra,
Se corta.
Não quer ser domada
Nem presa.
Foge pelas sensações valentes,
Ganha forma em letra,
Suspiro em prosa...
Alma em romance,
Paixão em fantasia.]
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Chamados Por Sinos
[Sete notas em tempo,
No som do canto de Anjos,
Chegaram as boas vindas pelo vento.
Aprendizes de inverdades,
Acreditavam que ainda tinham o que ser,
Mas já eram.
Eram fontes de luz,
Pertencentes do céu...
Em dia azul de entrada,
Onze, onze anjos guiados,
Onze vidas voltadas para nossa proteção.]
No som do canto de Anjos,
Chegaram as boas vindas pelo vento.
Aprendizes de inverdades,
Acreditavam que ainda tinham o que ser,
Mas já eram.
Eram fontes de luz,
Pertencentes do céu...
Em dia azul de entrada,
Onze, onze anjos guiados,
Onze vidas voltadas para nossa proteção.]
sábado, 9 de abril de 2011
Amanhecendo
[No frio da madrugada,
Entre a chuva do telhado,
Aquele beijo doce me tomou.
Como se fosse canela, em meus lábios,
Senti o gosto da paixão,
Senti que estava nela,
Todo o tempo,
O que tanto se entregava em mim...]
Entre a chuva do telhado,
Aquele beijo doce me tomou.
Como se fosse canela, em meus lábios,
Senti o gosto da paixão,
Senti que estava nela,
Todo o tempo,
O que tanto se entregava em mim...]
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mil Voltas
[Vem de dentro,
Abre-se em abraços e em névoas de desejos.
Não mais pensava em tocá-la,
Mas viu-se preso em sentimentos lá vividos,
Em emoções fragmentadas.
O espaço é pequeno, sem ar.
São ideias que o sufocam,
São beijos que o desabam.
Sem rumo certo,
É primeiro, segundo,
Terceiro, quarto...
É e nunca chega,
Só sobe e desce...
Desce e sobe.]
Abre-se em abraços e em névoas de desejos.
Não mais pensava em tocá-la,
Mas viu-se preso em sentimentos lá vividos,
Em emoções fragmentadas.
O espaço é pequeno, sem ar.
São ideias que o sufocam,
São beijos que o desabam.
Sem rumo certo,
É primeiro, segundo,
Terceiro, quarto...
É e nunca chega,
Só sobe e desce...
Desce e sobe.]
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Em Meu Olhar
[Vinda em asas,
Por um sonho de verão,
Ela passa.
Alardeia o mar com o seu mergulho,
E faz-se livre nas ondas.
A noite azulada a veste de sorrisos
E desmente meu sono.
Mesmo fechados,
Meus olhos a vêem
E formam-se em águas,
Em espera...
Espero que você perceba,
Espero que você me veja.]
Por um sonho de verão,
Ela passa.
Alardeia o mar com o seu mergulho,
E faz-se livre nas ondas.
A noite azulada a veste de sorrisos
E desmente meu sono.
Mesmo fechados,
Meus olhos a vêem
E formam-se em águas,
Em espera...
Espero que você perceba,
Espero que você me veja.]
sábado, 15 de janeiro de 2011
Tempo Em Tempo
[No tempo de um tempo
O tempo parou.
O tempo não estava acostumado em sentir,
Só em passar e passar.
Cada tempo que deslizava
Era menos vida ao tempo.
Mas, naquela hora de tempo,
Cansado em nascer e morrer,
O tempo se viu envolvido,
Desperto pelo querer,
Sem vislumbre de fim...
Alcançando o infinito.]
O tempo parou.
O tempo não estava acostumado em sentir,
Só em passar e passar.
Cada tempo que deslizava
Era menos vida ao tempo.
Mas, naquela hora de tempo,
Cansado em nascer e morrer,
O tempo se viu envolvido,
Desperto pelo querer,
Sem vislumbre de fim...
Alcançando o infinito.]
sábado, 8 de janeiro de 2011
Travessia
[Sol de janela,
Clareia minha Bela em mente,
Faz certeiro seu amor.
Deságua mais que calor em mim,
Quero ser nascente do sentir,
Desbravador sem dor.]
Clareia minha Bela em mente,
Faz certeiro seu amor.
Deságua mais que calor em mim,
Quero ser nascente do sentir,
Desbravador sem dor.]
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Doçura Doce
[E, depois do beijo,
Fez-se o primeiro ato.
Em luzes desnudas,
Sabores de maças
E escritas de outras épocas.
Longe, onde o abismo pudesse recolher,
Os ecos do silêncio foram eternos.
Sem tempo, sem destino,
Com todo o nada que nos abrigava em moral,
Com tudo o que surgíamos em paixão.]
Fez-se o primeiro ato.
Em luzes desnudas,
Sabores de maças
E escritas de outras épocas.
Longe, onde o abismo pudesse recolher,
Os ecos do silêncio foram eternos.
Sem tempo, sem destino,
Com todo o nada que nos abrigava em moral,
Com tudo o que surgíamos em paixão.]
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