[E, depois do beijo,
Fez-se o primeiro ato.
Em luzes desnudas,
Sabores de maças
E escritas de outras épocas.
Longe, onde o abismo pudesse recolher,
Os ecos do silêncio foram eternos.
Sem tempo, sem destino,
Com todo o nada que nos abrigava em moral,
Com tudo o que surgíamos em paixão.]
