[Em boas vindas,
Quis que suas mãos amparassem o sorriso,
A delicadeza e a certeza.
Não era de costume abraçar tão cuidadosamente,
Mas queria, mesmo sem querer,
Dar sentido à ternura que em êxtase sentia em silêncio.
Seus beijos eram sim.
Seus “sins” ganhavam luzes vindas do olhar da bela menina.
Não pensou em dizer não para negar amor,
Negar afago.
Pensou em proferir o não para ganhar ainda mais amor,
Mais confiança e mais sim.
Sim por ser entendida,
Por ser admirada
E por dar também a verdade de seu não.]
