segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

1, 2, 3, 4, 5, 6...

[O estômago não mais doía.
Na verdade, há tempos ele passou a ser imune aos falsos beijos.
Dia a dia, 24 horas, a presença certa voava e voltava,
Não arremessava cintilante no céu,
Mas clareava aquele cinza febril.
Agora, o tic tac soa em descompasso
E eu sinto a tristeza das horas dando teu último adeus.]